4 de dez de 2012

Estudo de caso - Falando com o namorado retardado

Estávamos eu e meu namorado na fila do Subway, esperando para montar nosso maravilhoso sanduíche e, logo à nossa frente um casal.
Os dois, pela aparência, tinham cerca de 20 anos.

Tomando as rédeas do pedido, a menina escolhia os ingredientes para o lanche de 30 cm que os dois iriam comer juntos.
Sim, eles pediram o lanche para comerem juntos! Sem individualidade alguma! Sem "você não gosta disso, mas eu gosto!".
Ela ia apontando os ingredientes para a atendente e, diante daquela porcaria de fila enorme, as conversas eram as seguintes:

Atendente para a menina: Qual o recheio?
Menina para o menino: Bebê, voxê qé cum peitu di pirú?
Menino para a menina: (balançando a cabeça em sinal de sim e leve ar de "fofura" em sua feição).
Atendente para a menina: Qual salada?
Menina para o menino: Gatchinhu, voxê qé cum saladjinha?
Menino para a menina: (idem 1° resposta)
Atendente para a menina: Qual o molho?
Menina para o menino: Mô lindu! Que molhinhu voxê gosta?
Menino para a menina: (não consegui decifrar o que ele disse, de tão baixo que a pessoa balbuciou).

Nem vou continuar. Já deu pra entender, né?!

Se esse cara estivesse barbudo, sujo, fingindo ser manco e pedindo esmola no semáforo, eu não teria ficado com tanto dó como fiquei!

O que é pior?
- Mudar a voz
- Falar TUDO errado
- As duas anteriores e fazer seu namorado passar vergonha na frente de um bando de desconhecidos

Eu me pergunto...Ele vai te amar mais se você falar com ele como se fosse um cachorrinho?



Pessoas entendam, carinho e intimidade reservada é uma coisa, pagar mico é outra!

OBS: Não estou julgando estas pessoas. Se você age dessa forma, ou permite que ajam assim com você, OK. Cada um tem aquilo que merece.

Beijos, 

Fêmea Alfa

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